Para Edinanci, Londres depende de resultados
Para Edinanci, Londres depende de resultados
Paraibana ainda não sabe se vai continuar na Seleção Brasileira de judô
Edinanci gosta do ambiente na Seleção Brasileira de judô, mas ainda não sabe se pretende disputar sua quinta olimpíada, em Londres
Se tivesse de decidir o futuro de sua carreira nesta quinta-feira, quando perdeu a chance de ganhar uma medalha no meio-pesado (até 78 kg) nos Jogos Olímpicos de Pequim – ao ser derrotada pela sul-coreana Gyeong Mi Jeong na decisão do bronze –, a judoca brasileira Edinanci Silva optaria por não mais defender a Seleção. Mas a decisão vai depender de outros fatores nos próximos quatro anos, quando a meta dos atletas será Londres-2012.
– Hoje não vejo motivação nenhuma para continuar na Seleção. Não olhando pelo lado da equipe, pelo clima, que é bom, mas concentração e viagens são muito desgastantes. Não anulo a possibilidade de voltar a um novo ciclo. Se eu tiver motivação para isso e, claro, se a minha categoria não tiver uma dona insuperável – destacou a judoca, que caso vá a Londres disputará a quinta Olimpíada da carreira.
– Outras motivações seriam bons resultados dentro e fora do Brasil e assim
ser apontada como uma das favoritas a medalha na minha categoria – concluiu Edinanci.
China consegue mais uma medalha de ouro.
China consegue mais uma medalha de ouro
Ginástica artística garante aos chineses mais uma primeira colocação
Wei Yang somou 94,575 pontos no individual geral
A China somou mais um ouro no quadro de medalhas olímpico. Desta vez, a premiação veio na categoria individual geral masculina da ginástica artística.
O anfitrião Wei Yang não deu chances aos seus oponentes e chegou aos 94,575 pontos. Em seguida veio o japonês Kohei Uchimura com 91,975 pontos. Com a medalha de bronze ficou o francês Benoit Caranobe, totalizando 91,925 pontos.
A China já havia conquistado dois ouros na ginástica artística, nas finais por equipe geral no masculino e no feminino.
Brasil perde para a Rússia por 3 a 1 no vôlei

Gigantes russos comemoram a vitória sobre os campeões olímpicos de 2004.Brasil perde para a Rússia por 3 a 1 no vôlei
Esta foi a primeira derrota da equipe de Bernardinho na Olimpíada de Pequim
Seleção Brasileira ocupa agora a segunda colocação no Grupo B da Olimpíada.
Em uma partida muito equilibrada, a Seleção Brasileira masculina de vôlei foi derrotada pela Rússia, de virada, por 3 sets a 1 nesta quinta-feira, nos Jogos Olímpicos de Pequim, com parciais foram 22/25, 26/24, 31/29 e 25/19. Esta foi a primeira derrota da equipe de Bernardinho na competição. Com o resultado, a Rússia assumiu a liderança do Grupo B e o Brasil caiu para o segundo lugar.
O jogo começou com muito equilíbrio entre as equipes. As duas se revezavam na frente do marcador. O Brasil pecou um pouco e cometeu alguns erros, mas, comandado por André Nascimento, que ia colocando no chão a grande maioria das bolas que chegavam nele, e com um bom trabalho no bloqueio, a Seleção conseguiu abrir vantagem na reta final e fechou o primeiro set em 25 a 22.
O segundo set foi complicado para o Brasil. A Rússia voltou com tudo e conseguiu rapidamente colocar três pontos de vantagem (8-5). Para piorar, a Seleção começou a perder no psicológico quando o árbitro cometeu um erro grosseiro, ao marcar fora um ponto claro feito por Gustavo. Os brasileiros reclamaram muito e levaram o cartão amarelo, que dá um ponto aos adversários, que na ocasião abriram 11 a 6 no placar.
Com a cabeça no lugar, o Brasil equilibrou o jogo e o final do set foi emocionante. Porém, a Rússia acabou vencendo por 26 a 24.
Depois da derrota no segundo, a Seleção voltou mordida para o terceiro set. Com Gustavo bem no bloqueio, o Brasil foi abrindo vantagem. Porém, o grande destaque foi André Nascimento, que chegou a fazer dois aces seguidos colocando a equipe do técnico Bernardinho com quatro pontos na frente (11 a 7). Porém, a Rússia tem uma equipe forte e conseguiu equiparar a partida. O fim, mais uma vez, foi um verdadeiro teste para cardíacos, com vitória russa, que chegou a salvar quatro set points por 31 a 29.
O quarto set também foi muito duro. Os dois times não conseguiam escapar na liderança quando a tinham e ambos cometiam muitos erros. A Rússia, mais equilibrada, conseguiu abrir vantagem nos momentos derradeiros. Vendo a derrota se aproximar, o técnico Bernardinho colocou Giba, que se recupera de dores no ombro direito, no jogo. A substituição, porém, não funcionou e os russos venceram por 25 a 19.
O Brasil volta a jogar no próximo sábado contra a Polônia, às 9h (de Brasília). No mesmo dia, a Rússia enfrenta o Egito, à 1h.
Cielo é o segundo mais rápido nos 50m livre
Cielo é o segundo mais rápido nos 50m livre
Brasileiro chega a ter o recorde olímpico; Nicholas também avança
Cielo bate recorde olímpico no 50m livre, mas em seguida é superado e fica em segundo nas eliminatórias.
Horas depois de conquistar a medalha de bronze nos 100m livre , o brasileiro César Cielo chegou a quebrar o recorde olímpico nas eliminatórias dos 50 metros livre, com 21s47, e em seguida terminou com o segundo melhor tempo - ele foi superado em 0s01 pelo francês Amaury Leveaux.
Outro brasileiro que nadou na bateria de Cielo foi Nicholas Santos, que também se classificou para as semifinais com o 11º lugar e o tempo de 22s00.
Outros velocistas importantes como o francês Alain Bernard, campeão dos 100m livre, o sul-africano Roland Schoeman e o australiano Eamon Sullivan também avançaram às semifinais.
As semifinais estão marcadas para as 23h (de Brasília) desta quinta-feira e a final acontecerá às 22h (de Brasília) de sexta.
Confira os classificados para as semifinais do 50m livre.
1º - Amaury Leveaux (França) 21s46 (recorde olímpico)
2º - Cesar Cielo (Brasil) 21s47
3º - Ben Wildman-Tobriner (Estados Unidos) 21s75
3º - Stefan Nystrand (Suécia) 21s75
5º - Roland Schoeman (África do Sul) 21s76
6º - George Bovell (Trinidad e Tobago) 21s77
7º - Alain Bernard (França) 21s78
8º - Eamon Sullivan (Austrália) 21s79
9º - Garret Weber-Gale (Estados Unidos) 21s95
10º - Rafed Ziad El-Masri (Alemanha) 21s96
11º - Nicholas Santos (Brasil) 22s00
12º - Duje Draganja (Croácia) 22s05
13º - Ashley Callus (Austrália) 22s11
14º - Krisztian Takacs (Hungria) 22s14
15º - Bartosz Kizierowski (Polônia) 22s15
16º - Gideon Louw (África do Sul) 22s17






